Mensagens

"O Cemitério Marinho" - Paul Valéry. Por Guilherme Trinta, 10.ºA

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"A poesia é um sentimento sem fim" - Lia Monteiro 10.ºA (poema original)

  A poesia é um sentimento sem fim... É a coisa mais mágica  E bonita Que trago dentro de mim... Ser Poeta é ser apaixonado. Sem amor pela escrita  Não vamos a nenhum lado. Escrever isto  Foi muito importante para mim... Despertou uma paixão Que nunca mais terá fim... Lia Monteiro, 10.ºA

"Logro Divino" - Poema de Rafael Lino (Aluno do 9.ºB). Por Sylvie Nogueira, 10.ºA

"Logro Divino" - Poema de Rafael Lino (Aluno do 9.ºB do Agrupamento Fernão de Magalhães).  Selecionado por Sylvie Nogueira, aluna do 10.ºA Aqui  

"Tenho tanto sentimento" - Fernando Pessoa. Por Francisco Calaz, 10.ºA

"Tenho tanto sentimento" - Fernando Pessoa. Por Francisco Calaz, 10.ºA Ler   Aqui  

"O Mostrengo" - Fernando Pessoa, in "Mensagem". Por Tiago Lopes e Mãe (Caterina Paula)

  DIA MUNDIAL DA POESIA. Trabalho elaborado por Tiago Lopes da turma 9D; mãe-Caterina Paula. O Mostrengo – Fernando Pessoa O mostrengo que está no fim do mar Na noite de breu ergueu-se a voar; A roda da nau voou três vezes, Voou três vezes a chiar, E disse: «Quem é que ousou entrar Nas minhas cavernas que não desvendo, Meus tetos negros do fim do mundo?» E o homem do leme disse, tremendo: «El-Rei D. João Segundo!» «De quem são as velas onde me roço? De quem as quilhas que vejo e ouço?» Disse o mostrengo, e rodou três vezes, Três vezes rodou imundo e grosso. «Quem vem poder o que só eu posso, Que moro onde nunca ninguém me visse E escorro os medos do mar sem fundo?» E o homem do leme tremeu, e disse: «El-Rei D. João Segundo!» Três vezes do leme as mãos ergueu, Três vezes ao leme as reprendeu, E disse no fim de tremer três vezes: «Aqui ao leme sou mais do que eu: Sou um povo que quer o mar que é teu; E mais que o mostrengo, que me a alma teme E roda na...

"Poema Infinito (556): Quando tudo arde" - João Madureira (ex-aluno do Liceu de Chaves)

  Poema Infinito (556):   Quando tudo arde     O dia parece não ter ar. Daí a sensação de afogamento. Os alicerces do desespero são muito sólidos. Os meus olhos são como lentes de aumentar fixando os grãos de areia da nossa dimensão humana. Vamos passar a clareira. A lógica das coisas é inexorável. Umas vezes são as bombas contra a moralidade. Outras vezes é a moralidade contra as bombas. Os sábios antigos acreditavam que registar hinos e histórias sagradas acaba sempre por diminuir o sentimento religioso. Nada existe de mais mágico do que uma narrativa, um poema ou uma oração religiosa a agir na mente, através da eficácia da voz humana convocando a memória pelas palavras da verdade. Há 13,7 mil milhões de anos, o Universo estava num estágio de densidade infinita, com toda a massa contida num ponto com um diâmetro de zero. De repente desapareceu toda a cor do céu. As aves noturnas elevaram-se e mergulharam porque o ar cheirava a chuva. De repente sentimos que n...

"Em todos os jardins" - Poema de Sophia de Mello Breyner Andresen. Por Lara Gonçalves. 10.ºA

  "Em todos os jardins" - Poema de Sophia de Mello Breyner Andresen. Por Lara Gonçalves. 10.ºA Ler   Aqui